Qual o sentido da vida?

Fico me perguntando se é mesmo preciso passarmos por certas coisas na vida... A gente sempre aprende, tira uma lição de cada momento difícil que enfrentamos, procuramos acreditar que nada na vida é por acaso. Mas certas coisas simplesmente não podiam acontecer. Parece tão injusto, é tão inacreditável, tão incompreensível! É tão triste...
Diante dessas coisas que vemos como somos insignificantes... uns meros nadas. Tantas vezes nos achamos o tal, o rei ou rainha da cocada preta, o último refrigerante do deserto... Mas é isso. Não somos nada diante da vida. Diante da morte.
Minha dor é grande, enorme frustração de nada poder fazer. Total impotência. Queria ter uma pílulazinha mágica que pudesse tê-lo curado ou ao menos uma tire a inimaginável dor sentida pelos dois que geraram, planejaram, esperaram...
Minhas indagações sobre qual o real sentido da vida só aumentaram. Não tem teoria que me satisfaça e amenize a perda deles. Só queria ter a palavra certa, o gesto certo pra acalentar esses corações apertados...
Esse coração! Esse coração fraquinho que não aguentou tanta emoção de ser tão amado por tanta gente tão cedo.
Nesse Natal o céu ganhou mais um lindo anjinho.
Fique em paz, pequeno. Você foi maior do que a própria vida. Em tão pouco tempo você nos ensinou muita coisa, transformou seus pais de maneira única. Agora olhe por eles e por nós também. Oraremos sempre por você.

E quanto a você, meu amigo, chore, chore muito! Grite, bata, esperneie ou nada faça; apenas chore. Extravaze sua dor, você tem todo o direito do mundo. Só não desista. Lute pela vida até o fim, como ele fez.
Estou contigo.

Papai Noel...

Não fui uma boa menina o ano inteiro... Bebi, falei besteira, briguei, colei em prova e tantas outras coisas... mas pelo menos sou sincera! Se der... segue minha lista de presentes.

PRESENTE 1: Quero um passeio a Terra do Nunca. Tomar guaraná com o garotos perdidos, voar com Peter Pan e dar um peteleco na Sininho. Quero solucionar um caso com a Carmen San Diego juntando pistas ao redor do mundo.

PRESENTE 2: Quero ser inspiração pra um compositor fazer sua obra de arte pra eu cantar e espalhar minha música pelo mundo. Por falar em cantar, quero fazer um show no canecão com a Ana Carolina e acompanhar uma turnê dos Backstreet Boys.

PRESENTE 3: Quero um sítio com muitos bichinhos vivendo livremente e que a sala da minha casa seja cheia de instrumentos musicais e uma mesa de sinuca. Quero enchê-la de amigos, levar um som sem hora pra acabar.

PRESENTE 4: Quero ficar rica, muito rica a ponto de não ter idéia do tamanho da minha fortuna e poder ajudar a todos que amo, doar enormes quantias a hospitais, orfanatos e asilos e poder salvar todos os animais de rua.

PRESENTE 5: Quero namorar alguém muito legal, muito gente boa pra eu exercer toda a minha capacidade de amar e ser amada. Alguém que tenha inteligência, senso de humor e beijos de fazer levitar. Alguém que ao acordar tenha a cara amassada como criança e sorria ao me ver ao seu lado.

PRESENTE 6: Quero uma viagem no tempo pra poder assistir a um show do Cazuza, quero assistir um episódio do Snoopy sem minha irmã ter que ir pro colégio, quero conhecer meus pais quando criança. Imagina ver os olhos da minha mãe quando ela era apenas uma menina cheia de sonhos e cachos de permanente. Ver meu pai correndo na roça entre as vacas e cavalos lá em Minas...

PRESENTE 7: Quero que os bichos que amo vivam com saúde por muitos mais anos. Essa história de gato e cachorro viver pouco mais de 10 anos é muito cafona...

PRESENTE 8: Quero ser feliz igual as minhas gatas brincando no jardim, subindo no coqueiro e roubando enfeites da árvore de Natal.

PRESENTE 9: Gostaria de nunca ter visto o mar só pra poder vê-lo agora pela primeira vez e saber como é essa emoção.

PRESENTE 10: Quero ter bolinhos de chuva feitos pela minha vó para sempre e que meu pai volte a me chamar de catita, como quando eu era criança.

Dingo bel, dingo bel, acabou o papel... não faz mal, não faz mal, limpa com jornal!

É... como não poderia deixar de ser, um fim de ano com muitas emoções, e nem sempre boas.
Dizem que o inferno astral começa um mês antes do aniversário da pessoa. Bom, comigo parece que acabou exatamente um mês antes. Assim espero.
Fiquei uns dias bem broxinha... Muitas coisas passando na minha cabeça. Uma espécie de retrospectiva 2007 e expectativa 2008.
Saudade de algumas pessoas, um desânimo de ver minha casa já "véia e malacabada" caindo mais ainda (cano vazando = banheiro quebrado), frustração de não poder fazer nada com as dívidas do meu pai, brigas bobas de família que não acabam, minha vó sempre tão sassaricante ficando cega e conseqüentemente dependente e mais chata do que nunca, minha irmã casando e indo morar longe, carências, carências, carências...
Mas pra não dizer que não falei de flores... tive nesse meio tempo uma semana de muito estudo... de Ensino Médio. Biologia, Português, Espanhol e muita Literatura! Ah... como eu gosto disso! Primo de recuperação = prima professora. Cansei, mas nunca estudei essas matérias com tanto prazer! Incrível como tudo se torna muito mais prazeroso quando não é feito por obrigação... Bem diferente da época em que ainda estava no colégio.
Meu sobrinho torto (filho de um amigo muito querido) nasceu e apesar do problema congênito no coração, passa muito bem. Respira sem ajuda de aparelhos, toma doses baixas dos remédios e logo fará a primeira cirurgia. Se Deus quiser ele continuará nos surpreendendo. É um tiquinho de gente... muito fofo! A cara do pai!
Mesmo sabendo que sentirei muita falta da minha irmã sempre por perto, estou muito feliz por ela estar trilhando o caminho dela, montando sua casinha, construindo um lar e uma família - já que já tem três cachorros. Apesar de ser longe, é - por isso mesmo - um lugar pra onde eu posso fugir sempre que me cansar daqui.
Este ano também estreitei alguns laços na faculdade. Colegas de turma, sem relacionamentos profundos, mas pessoas divertidas das quais sentirei falta quando nos formarmos. Enquanto isso, continuarão sendo boas compainhas de cerveja e risadas nos intervalos das aulas.
Também tive a oportunidade de fazer três amigos queridos este ano. Se se tornarão grandes amigos no futuro, só o tempo dirá. Mas foram três belas descobertas - como um deles mesmo falou, se referindo a mim - e que desde já estão no meu coração.
Também resolvi questões pendentes com uma antiga amiga. E embora a amizade não tenha se reestabelecido, será sempre uma pessoa da qual lembrarei com carinho e terá minha torcida, mesmo de longe, pra que tudo dê certo em sua vida.
Profissionalmente foi um ano de boas descobertas também. Tive breves contatos com a Psicologia sendo aplicada e vivenciada, o que me deu novo ânimo para com a faculdade. E, mesmo ainda tendo inúmeras outras paixões como teatro, decoração, animais, literatura, viagens, países e culturas... Hoje posso dizer que fiz a escolha certa. Pelo menos por enquanto.
Também tenho três novas filhas de quatro patas! Três lindas monstrinhas que adoram me pisar enquanto durmo. Felicidade maior não poderia ter!

Como toda vida deve ser... tive um ano de alegrias e tristezas, sorrisos e lágrimas. Não conquistei tudo o que queria, mas nada como um dia após o outro, um ano após o outro para que tudo tome seu devido lugar. Em compensação ganhei muitas coisas boas também.

Jingle bells, jingle bells, jingle all the way...

I wish you a merry Christmas and a happy new year!

Quando me amei de verdade...

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

(auto-retrato nu) - moska

Você diz que não me reconhece
Que não sou o mesmo de ontem
E que tudo o que eu faço e falo
Não te satisfaz
Mas não percebe
Que quando eu mudo é porque
Estou vivendo cada segundo
E você como se fosse uma eternidade a mais

Sou um móbile solto no furacão...
Qualquer calmaria me dá solidão

Na última vez que troquei meu nome
Por um outro nome que não lembro mais
Tinha certeza: ninguém poderia me encontrar.
Mas, que ironia...
Minha própria vida
Me trouxe de volta ao ponto de partida
Como se eu nunca tivesse saído de lá

Sou um móbile solto no furacão...
Qualquer calmaria me dá solidão

Quando a âncora do meu navio
Encosta no fundo, no chão
Imediatamente se acende o pavio
E detona-se minha explosão
Que me ativa, me lança pra longe
Pra outros lugares, pra novos presentes
Ninguém me sente...
Somente eu posso saber o que me faz feliz.

Sou um móbile solto no furacão...
Qualquer calmaria me dá solidão

Essa mulher - Elis

De manhã cedo, essa senhora se conforma
Bota a mesa, tira o pó, lava a roupa, seca os olhos
Ah. como essa santa não se esquece de pedir pelas
mulheres
Pelos filhos, pelo pão
Depois sorri, meio sem graça
E abraça aquele homem, aquele mundo
Que a faz, assim, feliz
De tardezinha, essa menina se namora
Se enfeita, se decora, sabe tudo, não faz mal
Ah, como essa coisa é tão bonita
Ser cantora, ser artista
Isso tudo é muito bom
E chora tanto de prazer e de agonia
De algum dia, qualquer dia
Entender de ser feliz
De madrugada, essa mulher faz tanto estrago
Tira a roupa, faz a cama, vira a mesa, seca o bar
Ah, como essa louca se esquece
Quanto os homens enlouquece
Nessa boca, nesse chão
Depois, parece que acha graça
E agradece ao destino aquilo tudo
Que a faz tão infeliz
Essa menina, essa mulher, essa senhora
Em que esbarro toda hora
No espelho casual
É feita de sombra e tanta luz
De tanta lama e tanta cruz
Que acha tudo natural.

McGyver X Jack Bauer X Cap. Nascimento

Um dia quiseram ver quem era o melhor: McGyver, Jack Bauer, ou Cap. Nascimento.

Chegaram pro McGyver e falaram: A gente soltou um coelho nessa floresta. Encontre mais rápido que os outros e você será considerado o melhor!
McGyver pegou uma moeda de 5 centavos no chão, um graveto e uma pedra e entrou na floresta. Demorou 2 dias pra construir um detector de coelhos em floresta e voltou no 3º dia com o coelho.

Daí chegaram pro Jack Bauer e falaram a mesma coisa. Ele entrou correndo na floresta e 24 horas depois apareceu com o coelho. Pediu desculpas porque teve que desarmar 5 bombas nucleares, recuperar 15 armas químicas, escapar de um navio cargueiro que ia pra China e matar 100 terroristas pra chegar até o coelho.

Daí pediram para o Cap. Nascimento ir buscar o coelho. Se ele demorasse menos de 24 horas ele seria o melhor. No que ele respondeu:
- Tá de sacanagem comigo 05? Cê tá de sacanagem comigo? Você acha que eu tenho um dia inteiro pra perder com essa porra de brincadeira, 05? Tu eh mo-le-que! MO-LE-QUE 05! Então virou-se calmamente para a floresta e gritou:
- Pede pra sair! Pede pra sair cambada!
Em menos de 5 segundos já tinham saído da floresta: 300 coelhos, 20 jaguatiricas, 50 jacarés, 1000 paca-tatu-cotia-não, o Shrek e o monstro fumaça do Lost.
Daí ele gritou:
- 02, tem gente com medinho de sair da floresta, 02!
- 07, traz a 12!
Nisso o Bin Laden saiu da floresta correndo.

beija, morde e assopra (não sexualmente falando)

"Meninas,
O caso está muito bem relatado, com muitos detalhes e com uma narrativa de fato acontecido. Foram vocês mesmas que formularam tudo isso?!? Se foram vocês mesmas, parabéns!!! Caso contrário a nota não terá valor algum na vida acadêmica de vocês, pois será uma nota boa, porém vazia e que não demonstrará a qualidade de vocês (espero que isto não valha para vocês!). "

Meu digníssimo professor, comentário feito sobre meu trabalho que valia nota de prova, onde deveria ser criado ou relatado um caso clínico e desenvolvido uma terapia (na linha de preferência) encima dele.

Anteriormente ele deixou claro que não queria caso "recorte-cola" da internet. Correto da parte dele, e fora de cogitação da minha parte.

Pois bem, fiz -junto com minha amiga- o trabalho. Em meio a gatos, pensamentos vagos, risadas, bagunça, pizzas, skiny, esporros de mãe... saiu, às 2 e pouco da manhã o caso de B., uma mulher de 39 anos que, após cirurgia de redução de estômago, não se reconhecia corporalmente.
O caso de fato existe, mas usamos apenas a idéia -algumas características e a linha proposta-, nem a história de vida, nem o processo terapêutico, nem mesmo a idade são verídicos.
Aí ele me vem com uma dessa...

Olha, eu até posso vir a me tornar uma psicóloga de merda, graças às fantásticas aulas que meus professores lecionam, mas não duvide da minha criatividade e capacidade de escrever boas histórias. Recebo elogios quanto à isto desde o Ensino Fundamental, quando fazia minhas redações no extinto Dom Fernando, com a tia Vera e a tia Shirley...

Eu, hein...

Magoou.
:P

Momento Novela

Paraíso Tropical
Dica de catiguria:

Querido Gilberto Braga,

Esse negócio de mostrar os figurantes no último capítulo da novela não cativa: eles nunca sabem cantar a música do show e teimam em olhar pra câmera. Sério, ver meu vizinho, o padeiro e o açougueiro na hora da novela me embrulham o estômago.
Juntar todo o elenco, inclusive quem já tinha caído fora e quem morreu me faz pensar que era apenas uma alegre celebração de elenco. O que levam Fábio Assunção e Alessandra Negrini se beijarem então? *Abre o olho, Otto!*
Quanto ao final da história... Bem, o assassino ser o cara mais provável e inventar uma história sem pé nem cabeça pra não ficar tão provável é cuspir pra cima pra cair na testa. Não rasgue dinheiro nem ria da cara dos telespectadores, é feio.
Muito mais legal seria a Tati ser a assassina e ela e o Ivan torrarem a grana recém ganhada do pai com muita cerveja na praia (apesar do Antenor ter reclamado a novela inteira a falta do filho morto e não ter lembrado do filho com a governanta um segundo sequer - ficou estranho). Aliás, ele podia ser mesmo filho da Marion, mas explicava a raiva do Antenor para com ela com uma foda muito ruim no passado que lhe fez contrair sífilis. O Olavo e a Bebel tinham que ter terminado juntos, vivendo numa casinha classe média, cheios de filhos melequentos, mas arrotando catiguria. Antenor e Lúcia deveriam ter ido pra Grécia e esbarrado com Bia Falcão por lá. Ou trocado de corpos. Antenor não queria tanto um filho? Seria bacana vê-lo no corpo da Lúcia sentindo a coisinha chutar. Agora Paula e Daniel? Gil, aprende a fazer mocinhos menos chatos, de modo que não nos faça querer trocar de canal ou vomitar quando eles aparecem, viu?

Beijos, me liga que te ensino a escrever novela.

Meus amigos são todos assim

“Os meus amigos são todos assim: metade loucura, metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila,
que tem que ter brilho questionador
e tonalidade inquietante.
Escolho os meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo,
quero também a sua maior alegria.
Amigo que não ri comigo, não sabe sofrer comigo.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade a sua fonte de aprendizagem,
mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e a outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento na cara,
e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou,
pois vendo-os loucos e santos, crianças e velhos,
nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão…”

CRITÉRIOS PARA VISITAR MINHA CASA

1. Lembre-se de que os gatos vivem aqui. Você não.

2. Se você não quer pêlos em suas roupas, fique longe dos móveis.

3. Sim, eles têm alguns hábitos desagradáveis. Eu também, assim como você. E daí?

4. CLARO que eles cheiram como gatos.

5. É da natureza deles tentar cheirar você. Por favor, sinta-se à vontade para cheirá-los também.

6. Eu gosto deles muito mais do que da maioria das pessoas, se vc não quer fazer parte desse grupo de pessoas, respeite-os!!

7. Para você, eles são gatos. Para mim são filhos adotivos, que são pequenos, andam de 4 e não falam tão claramente. Eu não tenho nenhum problema com nenhum desses pontos. E você?

Que semana...

Administrar 5 gatas loucas surtando e seus intermináveis cocôs, sem esquecer dos 2 cachorros, com tpm, dormindo mal, com provas da faculdade se aproximando com os outros afazeres normais do dia-a-dia têm me deixado muito cansada...
Se eu não enlouquecer agora, no final de tudo eu apago por alguns dias.

Quero férias da minha vida!!!

Muito franca

"Mulheres e gatos fazem o que querem, enquanto que os homens e cães devem relaxar e se acostumar com esta idéia"
Robert Heinlein

Como tudo começou...

A saga felina da minha vida começa há muitos (ok, nem tantos) anos atrás, quando eu era apenas um bebê. Claro que não me lembro, mas tenho fotos no carrinho já segurando pintinhos. Pintinhos?! É, pintinhos. Minha paixão, que descobri há pouco tempo ser uma patologia (pasmem! até gostos e afinidades viram doença com a Psiquiatria), não começa com gatos. O que tenho, na verdade, é um grande karma com animais.
Quando eu tinha por volta de 4 anos, minha irmã e eu ganhamos um casal de coelhos: Tico e Teca. Eles tiveram lindos filhotinhos, que graças a nossa enorme criatividade infantil, foram batizados de Tiquinho, Tequinha, Tico Jr e assim por diante... Logo meu pai os deu a um conhecido que tinha um sítio e nunca mais tive notícias.
Lá pros 5 anos, foi a vez dos cachorros. 2 machos da raça Pointer, dados por uma amiga da minha mãe, cuja cachorra tinha dado cria. Um era preto e o outro marrom. Adivinha os nomes? Black e Brown (dá-lhe criatividade infantil!). Aí que que nos mudamos pra um apartamento enquanto a nova casa era reformada. A essa altura eles já tinham crescido e não tinha condições de mantê-los no ap, então foram direto pra nova casa, conviveram por cerca de um ano no meio de cimento e peões de obra.
Nesse um ano morando no apartamento - eu já com 6 anos -, tivemos novos pintinhos ganhados em feira de filhotes: Juquinha (da minha irmã) e Zézinho (meu). Os diferenciávamos por uma pintinha feita a canetinha em suas asas, um na esquerda e outro na direita. Um belo dia acordamos e o pequeno Juca havia morrido sufocado com um cotão (aquelas bolas de poeira). Eis então que Zé vira o grande pinto da casa (sem duplo sentido, por favor!). Paparicado aos extremos, tomava banho com o sabonete líquido da Natura da minha mãe, era secado com secador de cabelo enquanto abria orgasmicamente suas asas. Almoçávamos na cama, enquanto assistíamos o bom e velho Chaves e ele roubava caroços de feijão de nossos pratos. Milho? Nem pensar! Só pipoca! A soneca depois do almoço era no pescoço da minha irmã. Como ele a noite dormia numa gaiola no quarto dos fundos, eu - louca já desde cedo, botei pra lhe fazer compainha um daqueles pintinhos de brinquedo -febre nos anos 90- que piava quando segurávamos na palma da mão. Fiz um esquema pra ele piar o tempo todo pra ele não se sentir sozinho. Imagina como o pobre deve ter se estressado...
Logo o pinto cresceu. E duas crianças morando com um frangote num apartamento não combinava. Então numa das viagens da família à Região dos Lagos, onde temos uma casa de veraneio, nosso Zé foi dado a uma conhecida que lá morava e tinha um galinheiro. Ele não se deu bem com os pintinhos porque já era adulto. Não se deu bem com os galos porque era fresco. E não se deu bem com as galinhas porque rolava muita competição com elas. Virou canja. Triste fim, sem nenhum glamour, pro meu querido galo gay.
Ainda morando no apartamento, no dia das crianças do ano de 91 ganhamos um filhote de Yorkshire, Niki. Era o sonho de qualquer criança: pequenininho, peludinho, fofinho, divertido e por incrível que pareça, muito resistente. Com poucos meses o bicho tomou choque em fio desencapado, foi posto na geladeira por mim (eu acreditava que ele estava com calor!), foi puxado de um lado pro outro durante as discussões com minha irmã sobre quem ia segurá-lo e caiu do meu colo algumas vezes. Sorte que sempre fui baixinha e a queda não era grande. Mas numa dessas, uma de suas orelhas ficou caída por um tempo, uma coisa meio pirata. Depois voltou ao normal... Ele gostava da gente, mas desde sempre se abrigava entre os pés da minha mãe e a seguia por onde fosse. Nos passeios de carro era na janela que ele gostava de ficar. Baixinho, subia na perna da minha irmã, se apoiava no banco da frente e metia o linguão pra fora. Sempre na coleira e com rédeas curtas, claro. Essas raças pequenas costumam ter os olhos muitos sensíveis, e logo cedo ficou com catarata.
Completei 7 anos no apartamento, em janeiro de 92. A essa altura já estava cansada de ouvir histórias dos 33 siameses que minha mãe teve num apartamento no Cachambi quando ainda era solteira. Talvez isso tenha influenciado meu desejo de ter um gato... Vai saber. Será que Freud explica?
Em fevereiro finalmente nos mudamos de mala, cuia e cachorro pra casa onde moro até hoje e onde já moravam Black e Brown. Logo no começo das aulas, um dia voltando pra casa, minha mãe quase atropelou um gato. Freiou, o bichano atravessou tranquilamente a rua -lembro que teve dificuldade em subir a calçada que era alta e ele, ainda filhote-, entrou num boteco, deitou embaixo de uma cadeira. Na mesma hora sai do carro e o peguei no colo. "Mãe, podemos levar? Não tem dono!".
E tem início a saga felina...

continua

Como dar comprimido a um gato

1. Pegue o gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebê, tendo o comprimido na palma da mão esquerda. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas. Quando o felino abrir a boca, pegue rápido o comprimido da palma da mão esquerda e atire-o lá para dentro. Deixe o gato fechar a boquinha e engolir.

2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato novamente no braço esquerdo e repita o processo.

3. Vá ao quarto buscar o gato e jogue fora o comprimido meio desfeito.

4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço, segurando firmemente as patas traseiras com a mão esquerda. Obrigue o gato a abrir a mandíbula e empurre o comprimido com o indicador direito até o fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada e conte até 10.

5. Recolha o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-roupa. Chame a sua esposa para ajudar.

6. Ajoelhe-se no chão, tendo o gato firmemente preso entre os joelhos. Segure as quatro patas. Ignore os rosnados ameaçadores do gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do bichinho com uma mão e force a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra. Ela deve deixar rolar o comprimindo pela régua e esfregar vigorosamente o pescoço do gato.

7. Desça o gato de cima da cortina e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota mental de que precisará adquirir outra régua e mandar consertar as cortinas. Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da sala e guarde-os para colar mais tarde.

8. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa que se deite por cima de forma a que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco dela. Instale o comprimido na ponta de um canudinho, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis atravessado. Assopre o comprimido do canudinho para dentro da boca do gato.

9. Consulte a bula para verificar se comprimido de gato faz mal a ser humano. Tome uma cerveja para lavar o gosto da boca. Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue do carpete com água fria e sabão.

10. Retire o gato do galpão do vizinho. Pegue outro comprimido. Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até o pescoço de forma que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Jeitosamente, utilize um elástico como atiradeira para lançar o comprimido pela garganta do gato.

11. Procure uma chave de fenda e ponha a porta do armário novamente no lugar. Tome a cerveja. Procure uma garrafa de cachaça. Tome um traguinho. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data da sua mais recente vacina contra tétano. Aplique uma compressa de cachaça na bochecha para desinfetar. Tome mais um traguinho. Jogue a camiseta no lixo e procure outra no quarto.

12. Ligue para os bombeiros, pedindo que venham retirar o desgraçado do gato lá de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se machucou ao tentar desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido da embalagem.

13. Amarre as patas da frente às patas de trás desse danado e prenda-o firmemente à perna da mesa de jantar. Nas mãos, ponha luvas de couro. Do quintal, puxe a mangueira. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta, seguido de um pedaço de carne. Segurando firmemente a cabeça desse terror felino, mande-lhe meio litro de água goela abaixo, para que o comprimido desça.

14. Tome o que sobrou da cachaça. Peça à esposa que o leve ao pronto-socorro mais próximo. Agüente firme enquanto o médico lhe costura os dedos e o antebraço e retira os restos do comprimido de dentro do olho direito. Lembre-se: "homem não chora". A caminho de casa, use o celular para falar com as casas de móveis para se informar sobre o preço de uma nova mesa de jantar.

15. Peça à Liga de Proteção aos Animais que mandem um funcionário com urgência para recolher o raio desse bichinho mutante. Ligue para a loja dos animais e pergunte se eles têm tartaruguinhas para vender.

a saga felina

Como boa elurófila sentimental que sou, no último sábado adotei duas novas gatas. Estavam carentes e mal instaladas numa gaiola pequena em uma loja de ração. Agora Maria Eduarda e Manuela, duas pequenas babies de 2 meses, estão felizes em casa. Dormem, comem, brincam e cagam... Como cagam!
Vacinas e vermífugos já estão sendo providenciados. Castração só com 6 meses...

Maria Rita e Ana Bela que não estão nada felizes com as novas irmãzinhas...

velha forma

Poucas coisas na vida são tão gostosas quanto resgatar dentro de si uma velha amizade e reviver momentos únicos.
E que eles se repitam infinitamente.

ღ

eu daria tudo pra não te perder assim...
mas o dia vem e deixo você ir
"Eu amo tudo o que foi,
Tudo o que já não é,
A dor que já me não dói,
A antiga e errônea fé,
O ontem que dor deixou,
O que deixou alegria,
Só porque foi e voou,
E hoje já é outro dia."

Fernando Pessoa
"Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso.

Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar quem sabe... nos e-mails trocados. Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens....

Aí os dias vão passar, meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo... Um dia nossos filhos ou sobrinhos verão aquelas fotografias e perguntarão:"Quem são aquelas pessoas?". Diremos... Que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida! A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos. Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado. E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"

Stereophonics - Maybe Tomorrow

I've been down and I'm wondering why
These little black clouds keep walking around with me,
with me
Waste time and I'd rather be high
Think I'll walk me outside and buy a rainbow smile but
be free, be all free
So maybe tomorrow I'll find my way home
So maybe tomorrow I'll find my way home

I look around at a beautiful life
I been the upper side of down; been the inside of out
but we breathe, we breathe

I wanna a breeze and an open mind
I wanna swim in the ocean, wanna take my time for me,
all me

So maybe tomorrow I'll find my way home
So maybe tomorrow I'll find my way home

So maybe tomorrow I'll find my way home
So maybe tomorrow I'll find my way home
"Tudo bem... Queremos meninas legais, sexy, taradas,
bonitas, inteligentes e boazinhas...

Muito fácil falar, pois quando aparece uma assim, de bandeja, a primeira coisa que a gente pensa é: Oba, me dei bem.

Ficamos com elas uma vez, duas.

Começamos a pensar que essa é a mulher que as nossas mães gostariam de ter como noras.

Se sair um relacionamente, vai ser uma relação estável.

Você vai buscá-la na faculdade, vocês vão ao cinema, num barzinho, vai ter sexo toda a semana...

Tudo básico, até virar uma rotina sem graça...

Você vai olhar os caras bem vestidos e bem humorados indo pra noite arrasar com a mulherada e vai morrer de inveja.

Vai sentir falta de dar aquelas cantadas infalíveis na noite, falta de dar umas olhadas pra uma gata, ou de dar aquela dançadinha mais provocativa na pista...

Você pensa: Acho que não estou pronto pra isso, pra me enclausurar
pro resto da vida nesse relacionamento.

E a boa menina se transforma numa mala, e aos poucos vai surgindo um nojo dela, uma aversão.

Quando você vê o nome dela no celular, não dá vontade
de atender... JÁ ERA.

Daí aquela promessa de vida estável vai por água a baixo, se a menina não se dá conta, a gente começa a ser grosso, muito grosso. E a pobre menina pensa: O que eu fiz??

Coitada, ela não fez nada, a culpa é nossa mesmo...

Aí, a gente volta pra nossa vidinha, que a gente odiava até semanas atrás.

A gente não vê a hora de sair e arrasar na noite...ou pegar aquela
mulher gostosona que sempre quisemos.

Grande ilusão.

Você chega em casa depois da balada, sozinho e fica
tentando descobrir porque você não está satisfeito.

De repente foi porque a menina da night, a linda,gostosa,misteriosa, ficou contigo, mas nem sequer pediu o número do teu telefone.

FRUSTRAÇÃO.

Daí, por mais que não queira, você pensa na sua menina boazinha que você deixou pra trás...ela podia ter seus defeitos mas era uma menina legal..que ficaria ao seu lado te dando valor...

Enquanto isso, a boa menina, chateada, lesada, custa a
entender o que ela fez pra ter te afastado dela...

Daí essa dúvida vira angústia, que vira raiva.

Daí a menina manda tudo a PUTA QUE PARIU !!!!

Não quer mais saber de nada, só de sair ,zuar,sair e beijar outros caras!

Resolve não se envolver mais, pra não sair lesada ou chateada...

Muito bem, acabamos de criar uma MONSTRA...

O tempo passa e a gente continua na mesma...

volta a reclamar da vida e das mulheres.

Elas só querem as coisas com homens cachorros e não
estão nem aí pra nós...ou será que nós é que fomos os cachorros???

Elas são assim por culpa nossa.
A mulher da night de hoje, era a boa menina de outro homem ontem... e assim sucessivamente...

Provavelmente, essa nossa ex-boa menina, deve estar
enlouquecendo a cabeça de outro homem por aí...

E eu a perdi para sempre, ela virou uma mulher
enlouquecedora e a encontrei na balada (mais linda do que nunca)!

E ela?! ELA NEM OLHOU PRA MIM..."