IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA
Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.
Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.
Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.
Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.
“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.
Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.
Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.
Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.
A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.
A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.
Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?
A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.
Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.
Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.
Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.
Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.
Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.
Sobre o Alzheimer
A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes
por 60 segundos.
(Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor)
Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia
'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática,
disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo
ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do
músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca
mais esqueceu: esternocleidomastóideo.
O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta
saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de
canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas
funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas
demências tipo Alzheimer.
Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos
médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que....', frase
que me dá arrepios.
E o que fazer.... para evitarmos essas drogas?
Como?
Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos
circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e
pela vida 'bandida'.
Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai;
não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer.
Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória,
não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as
nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.
Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido,
ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem
em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos
sessenta anos.
Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7
de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas
medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.
Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro.
Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha?
Hum... Preocupante).
Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade.
Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de
tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a
personalidade roubada pelo Alzheimer.
Dicas para escapar do Alzheimer:
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém
a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas
conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000),
revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de
exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável,
criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu
cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que,
apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem
um efeito perverso; limitam o cérebro.
Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios
'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão
fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer
tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um
trabalho adicional. Tente fazer um teste:
- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho..
A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu
cérebro. Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda?
FAÇA ESTE TESTE E PASSE ADIANTE PARA SEUS (SUAS) AMIGOS (AS).
por 60 segundos.
(Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor)
Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia
'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática,
disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo
ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do
músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca
mais esqueceu: esternocleidomastóideo.
O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta
saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de
canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas
funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas
demências tipo Alzheimer.
Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos
médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que....', frase
que me dá arrepios.
E o que fazer.... para evitarmos essas drogas?
Como?
Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos
circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e
pela vida 'bandida'.
Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai;
não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer.
Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória,
não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as
nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.
Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido,
ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem
em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos
sessenta anos.
Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7
de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas
medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.
Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro.
Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha?
Hum... Preocupante).
Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade.
Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de
tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a
personalidade roubada pelo Alzheimer.
Dicas para escapar do Alzheimer:
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém
a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas
conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000),
revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de
exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável,
criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu
cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que,
apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem
um efeito perverso; limitam o cérebro.
Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios
'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão
fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer
tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um
trabalho adicional. Tente fazer um teste:
- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho..
A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu
cérebro. Vale a pena tentar!
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Historia do seu bairro
Lapa
Historicamente ocupado por prostitutas, drogados, mendigos, travestis ecafetões. Hoje em dia é ocupado por jovens pseudo-prostitutas, drogados, mendigos, travestis e cafetões, mas de família. A Lapa faz parte da boemia carioca, aonde existe de tudo lá, seja de pessoas ou de ritmos. Na verdade, só existem mais cariocas marrentos e muito Funk. É dominada pelo tráfico.
Glória e Catete
Bairros ultrapassados. Num passado jurássico, já foram bairros luxuosos, mas com o passar dos anos, tanto luxo e requinte esvairam-se.Hoje são bairros de passagem, habitados por velhos falidos ou emergentes que não tem grana pra ir no mínimo pra Copacabana, mas vão morar lá pra dizerem que são da zona sul. Dominados pelo tráfico.
Gávea
Habitado por alunos da PUC e velhas ricas o bairro da Gávea é conhecido por ter 6 teatros mas nenhum McDonald´s. Dominado pelo tráfico.
São Conrado
Abriga uma das maiores favelas do mundo, a Rocinha. Embora os cegos moradores do bairro falem que a Rocinha é um bairro à parte de São Conrado ou ainda tentem empurrá-la para a Gávea ou mesmo pra Barra e pro Leblon. Qualquer virtude do bairro é suja pela Rocinha. Dominado pelo
tráfico.
Ipanema
É um bairro que concentra uma grande quantidade de gays e lésbicas que encontram-se na praia do bairro, mais precisamente em frente a Rua Farme de Amoedo. Também frequentado por lutadores de jiu-jítsu e seus pitbulls (difícil dizer, olhando pras pontas da coleira, quem é o humano e quem é o cachorro), que não raro praticam esportes como dissolver arrastões e dar porrada em viados sarados. E não raro apanham dos viados, porque a cana é doce mas não é mole, não. Habitam também a região pessoas esnobes, que fazem compras diárias na Avenida Nossa Senhora de Ipanema, a Champs-Élysées carioca (carioca porque qualquer cidadão que passa por ela pode ser assaltado por meninos de rua ou pelas gangues das bicicletas armadas) e passeiam com seus poodles nas praças do bairro. É um bairro dominado pelo tráfico.
Flamengo
Flamengo é um bairro onde as pessoas pensam que vivem bem, quando na verdade vivem em meio a violência e ao lado de uma praia suja e fedorenta. Concentra grande quantidade de flamenguistas e geralmente as pessoas só passam por esse bairro quando querem ir a Copacabana ou para ver o Pão-de-Açúcar. Dominado pelo tráfico.
Botafogo
Idêntico ao Flamengo, só que aqui se concentram botafoguenses. O cheiro das praias remete a bosta, por isso é também chamado de Bostafogo. Possui uma favela vertical de frente para a enseada de Botafogo chamada Rajá. Dominado pelo tráfico.
Copacabana
Copacabana é habitada por um bando de velhos não-legais que pensam ainda serem da alta sociedade, junto com milhões de emergentes que moram lá apenas por status, apenas 20% da população de Copacabana não é miserável e mora num apê decente. As pessoas de Copacabana tentam imaginar que o Rio é apenas o trecho Copa, Ipanema e Leblon e esquecem que o resto do Rio é todo favela. Também conhecida como Coca-bacana devido ao Copacabana Pallace, hotel que num passado foi cassino/puteiro de luxo que já recebeu mais drogas que todo Complexo do Alemão. Dominado pelo tráfico.
Barra
Habitado por emergentes e pseudo-socialites que não têm grana pra morar no Alto Leblon, a Barra da Tijuca é um bairro que adotou o Paulista way of life, onde as pessoas ficam presas em carros e shoppings a maior parte da sua vida. As pessoas da Barra acreditam que moram em Miami, quando na verdade pagam tudo com cartão e cheque especial, e desconhecem a existência de dinheiro ou de saldo positivo no banco. Os jovens de classe média alta adoram praticar esportes, sendo o Espanca Puta o preferido da galera. Dominado pelo tráfico.
Leblon
É um bairro com muita gente rica que tenta imaginar que o Rio é só aquele pequeno trechinho de Copacabana até o Leblon e tentam não olhar para o lado, se não levam um bombardeio de tiros de uma das favelas que rodeiam o bairro. Seu principal desafeto é a Cruzada São Sebastião, conjunto favelacional no cujo bairro. Habitat de Manoel Carlos e de suas novelas. O andamento do projeto de entregar o bairro ao tráfico está 95% concluído.
Tijuca
Uma favela da Zona Norte habitada por gente da classe média e cercada de favelas habitadas por gente miserável. Composta de pseudo-revolucionários e prostitutas, além de socialistas, comunistas e anarquistas. Os tijucanos podem ser facilmente reconhecidos por tentarem imitar as pessoas da alta sociedade da Zona Sul, dizendo serem parte da "Zona Sul da Zona Norte" quando na verdade fazem parte dos chamados "cariocas de trás dos montes" (sem saneamento básico ou expectativa de vida). Sua mais nova invenção está em chamar a praça do Bulixo de Baixo Tijuca, imitação deprimente do Baixo Gávea. Dominado pelo tráfico.
Maracanã
É uma extensão da Mangueira com favelas verticais chamadas por seus habitantes de prédios. Não há nada o que se fazer lá, a não ser se você for um dos desocupados que estudam na UERJ, ou gostam de cair na porrada no Maracanã. Aliás, nos arredores UERJ é que encontramos a aristrocacia do bairro, composta de estudantes freqüentadores de botecos. emoção mesmo fica por conta da noite, com seus tiroteios. Dominado pelo tráfico.
Vila Isabel
É uma reta que só tem boteco, casa de vila, outro boteco, um prédio, outro boteco, e por aí vai... Os moradores afirmam que CEDAE distribui cerveja nesse bairro, ao invés de água. É um bairro nobre, pois é habitado pelos ex-moradores do morro dos macacos mais bem-sucedidos, sendo servido de tiroteios com fuzis dos melhores calibres. O tráfico não domina este bairro, pois o tráfico surgiu em Vila Isabel, entre uma rodinha de samba e outra.
Grajaú
A definição correta para este lugar é "porra nenhuma", pois todos o consideram Grajaú um sub-bairro, mas não é da Tijuca, nem de Vila isabel e
nem do Méier. Não obstante, é dominado pelo tráfico.
Praça da Bandeira
O bairro deveria se chamar Vila Mimosa, maior puteiro da cidade, dominado por cafetões e traficantes. Garage, vizinho à Vila Mimosa, maior concentração de bares, roqueiros sujos e drogados da região. Dominado pelo tráfico.
Bonsucesso
É o bairro mais mal localizado da cidade, conseguindo a façanha de ser cercado por 17 favelas, e ainda sim ser o bairro mais evoluído da Leopoldina
(nem queira saber como são os outros...). Bonsucesso é o bairro dos favelados emergentes, que querem ficar perto do trabalho e da família. Além
disso, tem um comércio muito diversificado, com lojas de 1,99, financeiras, puteiros e diversos camelôes fedorentos além de um desfile diário de kombis podres e gente mais podre ainda dentro. Dizem lendas urbanas que ainda existem uns 142 moradores do bairro por lá, a maioria de classe mérdia, contra as 293.333.344.212,05 favelados que dizem morar lá quando na verdade moram em "comunidades da casa do caralho". Interessante notar também que Bonsucesso é o bairro com a maior concentração de viados do Subúrbio, tendo desfile noturno de bichas e a única sauna gay da região. Dominado pelo tráfico.
Inhaúma
Bairro feio, mal dividido, confuso, fedido e mórbido.Conhecido por abrigar ocemitério mais pobre e fedido da cidade e também por suas dezenas de
favelas. Dominado pelo tráfico.
Braz de Pina
É o bairro(desculpe, favela) com a maior concentração de analfabetos da Leopoldina, e um dos mais fudidos da cidade. Nem os moradores sabem dizer se o nome do bairro é "Bras, Brás ou Braz". Dominado pelo tráfico.
Encantado
É um bairro que não existe, está cadastrado por engano pela prefeitura. Na verdade é a remanescência de um incidente envolvendo entre o recém-empossado prefeito do Rio em 1879, o Campinense Barão do Anel Frouxo e o cartógrafro ex-escravo carioca João Pé de Mesa. Quando viu o mapa da cidade que o Pé de Mesa tinha feito, havia uma pergunta do cartógrafo destinada ao prefeito no
topo: "Como você está meu amor?", ao que este escreveu: "Encantado!". Dominado pelo tráfico.
Cachambi
Quer a todo custo fazer parte do Méier para se passar por nobre, embora nem o Méier seja isso. Dominado pelo tráfico.
Todos os santos
Uma verdadeira farsa, pois nunca ninguém relatou estadia ou passagem por esse bairro. Segundo a lenda, ele fica localizado entre o Méier, o Cachambi e o Engenho de Dentro. Seu único registro são fósseis de uma pre-histórica estação ferroviária desativada. Dominado pelo tráfico.
Méier
Habitado por gente feia, mas que gosta de se passar por rico apenas para ser melhor do que o povão. Muitos deles reúnem-se em frente a uma rede fast-food chamada "Habibs", aonde vivem de curtição, carros e meninas que tentam achar um rico de verdade no meio dos pseudo-ricos. Um bairro no qual existem pseudo-favelas (comunidades que não têm tamanho suficiente nem bandidos malvados o suficiente para serem consideradas favelas). É um bairro da cidade em que os próprios moradores criaram um slogan próprio, o famoso "Quem é do Méier não Bobéier", para tentar trazer alguma originalidade para um bairro qualquer. É um bairro sem identidade, uma vez que quer ser parte
da Tijuca, Vila Isabel, ou mesmo Madureira. É dominado pelo tráfico.
Maria da Graça
Lugar feio, pobre, deserto e mal localizado.Só passa gente lá pra ir pegar o metrô. Dominado pelo tráfico.
Higienópolis
A "princesinha da Leopoldina" é na verdade um bairro decadente, feio, perigoso e favelizado, embora seus moradores ainda pensem que o bairro não
possui favelas e é um dos mais tranquilos.Ledo engano.Dominado pelo tráfico.
Del Castilho
Se resume a duas coisas: Nova América e favelas.Dominado pelo tráfico.
Centro da Cidade
Habitado de segunda a sexta por executivos e secretárias que movem a economia usando motéis no horário de almoço, no fim de semana apenas menores de idades viciados em crack utilizam a região. Dominado pelo tráfico.
Jardim Botânico
Aqui habitam alguns animais e traficantes, além de ser a área mais produtiva agricolamente quando se trata das plantações de ervas (leia-se marijuana) no parque de mesmo nome. Está dominada pelo tráfico.
Urca
Tem cheiro e aparência das música de introdução das novelas do Manoel Carlos. É um local frequentado por alpinistas-escaladores escalantes, que
escalam na verdade procurando a toda custa encontrar um novo local pra fundar uma favelinha ali no morro do pão de açucar ou tentam entrar na boate Noites Cariocas (dominada pelo tráfico) sem pagar a entrada ou o bondinho. Dominado pelo tráfico.
Jacarepaguá
O bairro é na verdade uma colônia de figurantes da GLOBO. construída ao lado do Projac. Os moradores deste simpático vilarejo também vivem da venda de souvenirs temáticos do filme de história extremamente fantasiosa "CIDADE DE DEUS". Muitas pessoas que moram lá dizem que moram na Barra. Esse lugar só é habitado por que também dá acesso a Barra. Dominado pelo tráfico.
Baixada Fluminense
Local utilizado para testes nucleares internacionais. Obviamente é dominado pela "milícia" (tráfico).
Cascadura
O bairro (se é que se pode chamar de bairro) é composto por favelas e prédios estilo "retrô -> "retrocedendo à cultura etiópe". Infelizmente o
sinal da Av. Ernani Cardoso (a avenida paulista de Cascadura) raramente está aberto para as pobres almas que circulam por lá. Fora isso, só resta o bem próximo novo fórum de Campinho (bom pra ficar no ar condicionado de graça) e alguns outros pontos turísticos que fazem os visitantes se sentirem mais importantes. O bom é que a segurança é bem estabelecida, uma vez que os seqüestros-relâmpago são abafados pela maioria da população vizinha (Madureira e Campinho) que tem coisa pior pra contar. É um bairro dominado pelo tráfico.
Madureira
O lugar mais quente e zoneado do mundo.O bairro, ou melhor, a favela, atraí macumbeiros e tias vendedoras de salgadinhos de toda cidade em busca dos produtos de excelente qualidade comercializados no Mercadão de Madureira, que após o incêndio tentou virar shopping mas mantém o cheiro de cocô de cabra, coelho e galinha. Dominado pelo tráfico.
Vila Valqueire
Um bairro nos confins do subúrbio habitado por uma gente pobre que quer dar uma de bacana só por não estarem na merda total que estão seus vizinhos Jacarepaguá, Campinho, Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro e Marechal Hermes. Numa cegueira imensa, dizem não haver favelas no bairro, embora ele esteja recheado por elas. Dominado pelo tráfico.
Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro e Marechal Hermes
Bairros sem graça e esquecidos, que tentam se juntar a Madureira pra ganhar alguma fama, mesmo que negativa.Dominados pelo tráfico.
Bangu, Realengo, Santa Cruz e Campo Grande
Lugares próximos, próximos de onde Judas perdeu as meias.Recheados de favelas e, obviamente, dominados pelo tráfico.
Penha
Tem um belo ponto turístico, a Igreja da Penha, que é acessível pelo Parque Shangaí. Caso você consiga passar por ele sem ser assaltado ou atingido por uma bala perdida, dá orgulho ver do alto da Igreja a imensa favela que a Penha é na verdade. Sofre de crise de identidade porque é dividido pela linha do trem e quem mora de um lado acha que está melhor do quem mora do outro, quando na verdade ambos estão na merda e ainda sonham em morar na Zona Sul! Atualmente ganhou fama nacional por abrigar a favela Vila Cruzeiro. Que orgulho!Dominado pelo tráfico.
Ramos
Sede do Privadão, digo, Piscinão de Ramos, onde as magnatas famílias da região se encontram para confraternização e prática de esportes, como tiro ao alvo, arremesso de bosta e mergulho de cadáver. Dominado pela caixa baixa.
Pilares
Conhecida por ser sede da rebaixada Caprichosos de Pilares, que se localiza embaixo de um viaduto mais usado como banheiro masculino. Resume-se apenas em um viaduto e muitas favelas. Dominado pelo tráfico.
Praça Seca
Lugar decadente e pobre que só mantém o nome.Se transformou num campo minado, onde você corre risco a todo momento de ser baleado pelas centenas de favelas que a rodeiam.Dominada pelo tráfico.
Parada de Lucas, Cordovil e Vigário Geral
Desculpem, estamos falando de bairros, e não de favelas. Dominadas pelo tráfico, por favelados e por comandantes de chacinas, fora as 'casas' que tiveram a sorte de serem pintadas que já não e possível identificar a cor da tinta, por causa das pichações.
Abolição
Bairro feio,confuso,sujo e degradado.Não é conhecido por nada, uma vez que muitos ignoram sua existência ou pensam ser um sub bairro.Dominada pelo tráfico.
Piedade
Conhecida por ter a primeira universidade do subúrbio, a Gama Filho, onde estudam os jovens mais inteligentes e nobres do país, mas que por ironia do destino não conseguiram passar nem na Estadual. Dominado pelo tráfico
Irajá
Sede do CEASA, que por um milagre ainda não faliu, já que é saqueado diariamente por seus nobres vizinhos das dezenas de favelas ao seu
redor. Dominado pelo tráfico.
Vicente de Carvalho
Ninguém o considera, todos pensam ser integrante de Irajá, Vila da Penha ou mesmo Madureira, mas na verdade essa bosta existe e possui o maior
concentrador de "favelados que não tem o que fazer e vão ver as vitrines, tomar uma casquinha no McDonals e não comprar porra nenhum", o Carioca Shopping. Dominado pelo tráfico.
Ilha do Governador
A Ilha é a única favela do mundo cercada de água por todos os lados.
Engenho de Dentro
É um pardieiro onde foi construída uma privada gigante: Dominado pelo tráfico.
Vila da Penha
É um bairro do bem: bem sujo, bem mal freqüentado, bem mal habitado e bem criminalizado. Ainda existem uns 10 moradores que acham que a Vila da Penha não possui favelas por perto. Junto com o Méier, Jacarepaguá e os terrenos no céu do Bispo Macedo, forma o grupo das maiores enganações imobiliárias cariocas de todos os tempos. Habitada por gente de quinta com automóveis de sexta. Dominadíssimo pelo tráfico.
Historicamente ocupado por prostitutas, drogados, mendigos, travestis ecafetões. Hoje em dia é ocupado por jovens pseudo-prostitutas, drogados, mendigos, travestis e cafetões, mas de família. A Lapa faz parte da boemia carioca, aonde existe de tudo lá, seja de pessoas ou de ritmos. Na verdade, só existem mais cariocas marrentos e muito Funk. É dominada pelo tráfico.
Glória e Catete
Bairros ultrapassados. Num passado jurássico, já foram bairros luxuosos, mas com o passar dos anos, tanto luxo e requinte esvairam-se.Hoje são bairros de passagem, habitados por velhos falidos ou emergentes que não tem grana pra ir no mínimo pra Copacabana, mas vão morar lá pra dizerem que são da zona sul. Dominados pelo tráfico.
Gávea
Habitado por alunos da PUC e velhas ricas o bairro da Gávea é conhecido por ter 6 teatros mas nenhum McDonald´s. Dominado pelo tráfico.
São Conrado
Abriga uma das maiores favelas do mundo, a Rocinha. Embora os cegos moradores do bairro falem que a Rocinha é um bairro à parte de São Conrado ou ainda tentem empurrá-la para a Gávea ou mesmo pra Barra e pro Leblon. Qualquer virtude do bairro é suja pela Rocinha. Dominado pelo
tráfico.
Ipanema
É um bairro que concentra uma grande quantidade de gays e lésbicas que encontram-se na praia do bairro, mais precisamente em frente a Rua Farme de Amoedo. Também frequentado por lutadores de jiu-jítsu e seus pitbulls (difícil dizer, olhando pras pontas da coleira, quem é o humano e quem é o cachorro), que não raro praticam esportes como dissolver arrastões e dar porrada em viados sarados. E não raro apanham dos viados, porque a cana é doce mas não é mole, não. Habitam também a região pessoas esnobes, que fazem compras diárias na Avenida Nossa Senhora de Ipanema, a Champs-Élysées carioca (carioca porque qualquer cidadão que passa por ela pode ser assaltado por meninos de rua ou pelas gangues das bicicletas armadas) e passeiam com seus poodles nas praças do bairro. É um bairro dominado pelo tráfico.
Flamengo
Flamengo é um bairro onde as pessoas pensam que vivem bem, quando na verdade vivem em meio a violência e ao lado de uma praia suja e fedorenta. Concentra grande quantidade de flamenguistas e geralmente as pessoas só passam por esse bairro quando querem ir a Copacabana ou para ver o Pão-de-Açúcar. Dominado pelo tráfico.
Botafogo
Idêntico ao Flamengo, só que aqui se concentram botafoguenses. O cheiro das praias remete a bosta, por isso é também chamado de Bostafogo. Possui uma favela vertical de frente para a enseada de Botafogo chamada Rajá. Dominado pelo tráfico.
Copacabana
Copacabana é habitada por um bando de velhos não-legais que pensam ainda serem da alta sociedade, junto com milhões de emergentes que moram lá apenas por status, apenas 20% da população de Copacabana não é miserável e mora num apê decente. As pessoas de Copacabana tentam imaginar que o Rio é apenas o trecho Copa, Ipanema e Leblon e esquecem que o resto do Rio é todo favela. Também conhecida como Coca-bacana devido ao Copacabana Pallace, hotel que num passado foi cassino/puteiro de luxo que já recebeu mais drogas que todo Complexo do Alemão. Dominado pelo tráfico.
Barra
Habitado por emergentes e pseudo-socialites que não têm grana pra morar no Alto Leblon, a Barra da Tijuca é um bairro que adotou o Paulista way of life, onde as pessoas ficam presas em carros e shoppings a maior parte da sua vida. As pessoas da Barra acreditam que moram em Miami, quando na verdade pagam tudo com cartão e cheque especial, e desconhecem a existência de dinheiro ou de saldo positivo no banco. Os jovens de classe média alta adoram praticar esportes, sendo o Espanca Puta o preferido da galera. Dominado pelo tráfico.
Leblon
É um bairro com muita gente rica que tenta imaginar que o Rio é só aquele pequeno trechinho de Copacabana até o Leblon e tentam não olhar para o lado, se não levam um bombardeio de tiros de uma das favelas que rodeiam o bairro. Seu principal desafeto é a Cruzada São Sebastião, conjunto favelacional no cujo bairro. Habitat de Manoel Carlos e de suas novelas. O andamento do projeto de entregar o bairro ao tráfico está 95% concluído.
Tijuca
Uma favela da Zona Norte habitada por gente da classe média e cercada de favelas habitadas por gente miserável. Composta de pseudo-revolucionários e prostitutas, além de socialistas, comunistas e anarquistas. Os tijucanos podem ser facilmente reconhecidos por tentarem imitar as pessoas da alta sociedade da Zona Sul, dizendo serem parte da "Zona Sul da Zona Norte" quando na verdade fazem parte dos chamados "cariocas de trás dos montes" (sem saneamento básico ou expectativa de vida). Sua mais nova invenção está em chamar a praça do Bulixo de Baixo Tijuca, imitação deprimente do Baixo Gávea. Dominado pelo tráfico.
Maracanã
É uma extensão da Mangueira com favelas verticais chamadas por seus habitantes de prédios. Não há nada o que se fazer lá, a não ser se você for um dos desocupados que estudam na UERJ, ou gostam de cair na porrada no Maracanã. Aliás, nos arredores UERJ é que encontramos a aristrocacia do bairro, composta de estudantes freqüentadores de botecos. emoção mesmo fica por conta da noite, com seus tiroteios. Dominado pelo tráfico.
Vila Isabel
É uma reta que só tem boteco, casa de vila, outro boteco, um prédio, outro boteco, e por aí vai... Os moradores afirmam que CEDAE distribui cerveja nesse bairro, ao invés de água. É um bairro nobre, pois é habitado pelos ex-moradores do morro dos macacos mais bem-sucedidos, sendo servido de tiroteios com fuzis dos melhores calibres. O tráfico não domina este bairro, pois o tráfico surgiu em Vila Isabel, entre uma rodinha de samba e outra.
Grajaú
A definição correta para este lugar é "porra nenhuma", pois todos o consideram Grajaú um sub-bairro, mas não é da Tijuca, nem de Vila isabel e
nem do Méier. Não obstante, é dominado pelo tráfico.
Praça da Bandeira
O bairro deveria se chamar Vila Mimosa, maior puteiro da cidade, dominado por cafetões e traficantes. Garage, vizinho à Vila Mimosa, maior concentração de bares, roqueiros sujos e drogados da região. Dominado pelo tráfico.
Bonsucesso
É o bairro mais mal localizado da cidade, conseguindo a façanha de ser cercado por 17 favelas, e ainda sim ser o bairro mais evoluído da Leopoldina
(nem queira saber como são os outros...). Bonsucesso é o bairro dos favelados emergentes, que querem ficar perto do trabalho e da família. Além
disso, tem um comércio muito diversificado, com lojas de 1,99, financeiras, puteiros e diversos camelôes fedorentos além de um desfile diário de kombis podres e gente mais podre ainda dentro. Dizem lendas urbanas que ainda existem uns 142 moradores do bairro por lá, a maioria de classe mérdia, contra as 293.333.344.212,05 favelados que dizem morar lá quando na verdade moram em "comunidades da casa do caralho". Interessante notar também que Bonsucesso é o bairro com a maior concentração de viados do Subúrbio, tendo desfile noturno de bichas e a única sauna gay da região. Dominado pelo tráfico.
Inhaúma
Bairro feio, mal dividido, confuso, fedido e mórbido.Conhecido por abrigar ocemitério mais pobre e fedido da cidade e também por suas dezenas de
favelas. Dominado pelo tráfico.
Braz de Pina
É o bairro(desculpe, favela) com a maior concentração de analfabetos da Leopoldina, e um dos mais fudidos da cidade. Nem os moradores sabem dizer se o nome do bairro é "Bras, Brás ou Braz". Dominado pelo tráfico.
Encantado
É um bairro que não existe, está cadastrado por engano pela prefeitura. Na verdade é a remanescência de um incidente envolvendo entre o recém-empossado prefeito do Rio em 1879, o Campinense Barão do Anel Frouxo e o cartógrafro ex-escravo carioca João Pé de Mesa. Quando viu o mapa da cidade que o Pé de Mesa tinha feito, havia uma pergunta do cartógrafo destinada ao prefeito no
topo: "Como você está meu amor?", ao que este escreveu: "Encantado!". Dominado pelo tráfico.
Cachambi
Quer a todo custo fazer parte do Méier para se passar por nobre, embora nem o Méier seja isso. Dominado pelo tráfico.
Todos os santos
Uma verdadeira farsa, pois nunca ninguém relatou estadia ou passagem por esse bairro. Segundo a lenda, ele fica localizado entre o Méier, o Cachambi e o Engenho de Dentro. Seu único registro são fósseis de uma pre-histórica estação ferroviária desativada. Dominado pelo tráfico.
Méier
Habitado por gente feia, mas que gosta de se passar por rico apenas para ser melhor do que o povão. Muitos deles reúnem-se em frente a uma rede fast-food chamada "Habibs", aonde vivem de curtição, carros e meninas que tentam achar um rico de verdade no meio dos pseudo-ricos. Um bairro no qual existem pseudo-favelas (comunidades que não têm tamanho suficiente nem bandidos malvados o suficiente para serem consideradas favelas). É um bairro da cidade em que os próprios moradores criaram um slogan próprio, o famoso "Quem é do Méier não Bobéier", para tentar trazer alguma originalidade para um bairro qualquer. É um bairro sem identidade, uma vez que quer ser parte
da Tijuca, Vila Isabel, ou mesmo Madureira. É dominado pelo tráfico.
Maria da Graça
Lugar feio, pobre, deserto e mal localizado.Só passa gente lá pra ir pegar o metrô. Dominado pelo tráfico.
Higienópolis
A "princesinha da Leopoldina" é na verdade um bairro decadente, feio, perigoso e favelizado, embora seus moradores ainda pensem que o bairro não
possui favelas e é um dos mais tranquilos.Ledo engano.Dominado pelo tráfico.
Del Castilho
Se resume a duas coisas: Nova América e favelas.Dominado pelo tráfico.
Centro da Cidade
Habitado de segunda a sexta por executivos e secretárias que movem a economia usando motéis no horário de almoço, no fim de semana apenas menores de idades viciados em crack utilizam a região. Dominado pelo tráfico.
Jardim Botânico
Aqui habitam alguns animais e traficantes, além de ser a área mais produtiva agricolamente quando se trata das plantações de ervas (leia-se marijuana) no parque de mesmo nome. Está dominada pelo tráfico.
Urca
Tem cheiro e aparência das música de introdução das novelas do Manoel Carlos. É um local frequentado por alpinistas-escaladores escalantes, que
escalam na verdade procurando a toda custa encontrar um novo local pra fundar uma favelinha ali no morro do pão de açucar ou tentam entrar na boate Noites Cariocas (dominada pelo tráfico) sem pagar a entrada ou o bondinho. Dominado pelo tráfico.
Jacarepaguá
O bairro é na verdade uma colônia de figurantes da GLOBO. construída ao lado do Projac. Os moradores deste simpático vilarejo também vivem da venda de souvenirs temáticos do filme de história extremamente fantasiosa "CIDADE DE DEUS". Muitas pessoas que moram lá dizem que moram na Barra. Esse lugar só é habitado por que também dá acesso a Barra. Dominado pelo tráfico.
Baixada Fluminense
Local utilizado para testes nucleares internacionais. Obviamente é dominado pela "milícia" (tráfico).
Cascadura
O bairro (se é que se pode chamar de bairro) é composto por favelas e prédios estilo "retrô -> "retrocedendo à cultura etiópe". Infelizmente o
sinal da Av. Ernani Cardoso (a avenida paulista de Cascadura) raramente está aberto para as pobres almas que circulam por lá. Fora isso, só resta o bem próximo novo fórum de Campinho (bom pra ficar no ar condicionado de graça) e alguns outros pontos turísticos que fazem os visitantes se sentirem mais importantes. O bom é que a segurança é bem estabelecida, uma vez que os seqüestros-relâmpago são abafados pela maioria da população vizinha (Madureira e Campinho) que tem coisa pior pra contar. É um bairro dominado pelo tráfico.
Madureira
O lugar mais quente e zoneado do mundo.O bairro, ou melhor, a favela, atraí macumbeiros e tias vendedoras de salgadinhos de toda cidade em busca dos produtos de excelente qualidade comercializados no Mercadão de Madureira, que após o incêndio tentou virar shopping mas mantém o cheiro de cocô de cabra, coelho e galinha. Dominado pelo tráfico.
Vila Valqueire
Um bairro nos confins do subúrbio habitado por uma gente pobre que quer dar uma de bacana só por não estarem na merda total que estão seus vizinhos Jacarepaguá, Campinho, Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro e Marechal Hermes. Numa cegueira imensa, dizem não haver favelas no bairro, embora ele esteja recheado por elas. Dominado pelo tráfico.
Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro e Marechal Hermes
Bairros sem graça e esquecidos, que tentam se juntar a Madureira pra ganhar alguma fama, mesmo que negativa.Dominados pelo tráfico.
Bangu, Realengo, Santa Cruz e Campo Grande
Lugares próximos, próximos de onde Judas perdeu as meias.Recheados de favelas e, obviamente, dominados pelo tráfico.
Penha
Tem um belo ponto turístico, a Igreja da Penha, que é acessível pelo Parque Shangaí. Caso você consiga passar por ele sem ser assaltado ou atingido por uma bala perdida, dá orgulho ver do alto da Igreja a imensa favela que a Penha é na verdade. Sofre de crise de identidade porque é dividido pela linha do trem e quem mora de um lado acha que está melhor do quem mora do outro, quando na verdade ambos estão na merda e ainda sonham em morar na Zona Sul! Atualmente ganhou fama nacional por abrigar a favela Vila Cruzeiro. Que orgulho!Dominado pelo tráfico.
Ramos
Sede do Privadão, digo, Piscinão de Ramos, onde as magnatas famílias da região se encontram para confraternização e prática de esportes, como tiro ao alvo, arremesso de bosta e mergulho de cadáver. Dominado pela caixa baixa.
Pilares
Conhecida por ser sede da rebaixada Caprichosos de Pilares, que se localiza embaixo de um viaduto mais usado como banheiro masculino. Resume-se apenas em um viaduto e muitas favelas. Dominado pelo tráfico.
Praça Seca
Lugar decadente e pobre que só mantém o nome.Se transformou num campo minado, onde você corre risco a todo momento de ser baleado pelas centenas de favelas que a rodeiam.Dominada pelo tráfico.
Parada de Lucas, Cordovil e Vigário Geral
Desculpem, estamos falando de bairros, e não de favelas. Dominadas pelo tráfico, por favelados e por comandantes de chacinas, fora as 'casas' que tiveram a sorte de serem pintadas que já não e possível identificar a cor da tinta, por causa das pichações.
Abolição
Bairro feio,confuso,sujo e degradado.Não é conhecido por nada, uma vez que muitos ignoram sua existência ou pensam ser um sub bairro.Dominada pelo tráfico.
Piedade
Conhecida por ter a primeira universidade do subúrbio, a Gama Filho, onde estudam os jovens mais inteligentes e nobres do país, mas que por ironia do destino não conseguiram passar nem na Estadual. Dominado pelo tráfico
Irajá
Sede do CEASA, que por um milagre ainda não faliu, já que é saqueado diariamente por seus nobres vizinhos das dezenas de favelas ao seu
redor. Dominado pelo tráfico.
Vicente de Carvalho
Ninguém o considera, todos pensam ser integrante de Irajá, Vila da Penha ou mesmo Madureira, mas na verdade essa bosta existe e possui o maior
concentrador de "favelados que não tem o que fazer e vão ver as vitrines, tomar uma casquinha no McDonals e não comprar porra nenhum", o Carioca Shopping. Dominado pelo tráfico.
Ilha do Governador
A Ilha é a única favela do mundo cercada de água por todos os lados.
Engenho de Dentro
É um pardieiro onde foi construída uma privada gigante: Dominado pelo tráfico.
Vila da Penha
É um bairro do bem: bem sujo, bem mal freqüentado, bem mal habitado e bem criminalizado. Ainda existem uns 10 moradores que acham que a Vila da Penha não possui favelas por perto. Junto com o Méier, Jacarepaguá e os terrenos no céu do Bispo Macedo, forma o grupo das maiores enganações imobiliárias cariocas de todos os tempos. Habitada por gente de quinta com automóveis de sexta. Dominadíssimo pelo tráfico.
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